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quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Boletim supernovas

Entre no boletim supernovas, o boletim de astronomia virtual: http://www.boletimsupernovas.com.br/edicao/535/noticia/2701/BSN_o-universo-e-finito.htm

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Sal Encontrado pela Cassini Sugere um Oceano Dentro de Lua em Saturno

Pela primeira vez, cientistas trabalhando na missão Cassini da NASA detectaram sais de sódio em grãos de gelo no anel mais externo de Saturno. A detecção de gelo salgado indica que a lua de Saturno Enceladus, que é a principal abastecedora do anel com material dos jatos de descarga, poderia abrigar um reservatório de água líquida - talvez um oceano - sob a sua superfície. A Cassini descobriu em 2005 os jatos de gelo de água de Encelado. Estes jatos expelem minúsculos grãos de gelo e vapor, alguns dos quais escapam à gravidade da lua e formam o anel mais externo de Saturno. O analisador de poeira cósmica da Cassini examinou a composição desses grãos e encontrou sal dentro deles. "Nós acreditamos que os minerais salgados das profundezas de Enceladus são retirados de de rochas no fundo de uma camada líquida", disse Frank Postberg, cientista da Cassini para o analisador de poeira cósmica, no Instituto Max Planck de Física Nuclear, em Heidelberg, Alemanha. Postberg é o autor principal de um estudo que aparece na Edição de 25 de junho da revista Nature. Os cientistas da equipe do detector poeira cósmica da Cassini concluíram que a água líquida deve estar presente, pois é a única forma de dissolver quantidades significativas de minerais que levariam aos níveis de sal detectados. O processo de sublimação, o mecanismo pelo qual o vapor é liberado diretamente de gelo sólido na crosta, não conta para a presença de sal. "As fontes potenciais de jatos em Enceladus são uma área ativa de investigação para provar a existência de um possível oceano de água salgada", disse Linda Spilker, cientista adjunta do projeto Cassini no Jet Propulsion Laboratory da NASA em Pasadena, Califórnia. "Nossas próximas oportunidades para a coleta de dados sobre Enceladus virão durante dois sobrevôos em novembro." A formação dos grãos do anel mais externo, determinada quando milhares de impactos de partículas em alta velocidade foram registrados pela Cassini, fornece informação indireta sobre a composição do material do jato e do que há dentro de Enceladus. As partículas do anel mais exterior são quase puramente gelo de água, porém quase toda vez que o analisador de poeira tem verificado a composição, ele tem encontrado pelo menos algum sódio dentro das partículas. "Nossas medições sugerem que além de sal, os grãos também contêm carbonatos. Ambos os componentes estão em concentrações que correspondem à composição prevista para um oceano em Enceladus," disse Postberg. "Os carbonatos também fornecem um pH ligeiramente alcalino. Se a fonte líquida é um oceano, ela poderia proporcionar um ambiente adequado em Enceladus para a formação dos precursores da vida quando associadas ao calor medido perto do pólo sul da lua e os compostos orgânicos encontrados dentro dos jatos." No entanto, em outro estudo publicado na revista Nature, os pesquisadores fazendo observações terrestres não vêem sódio, um componente importante do sal. Essa equipe observa que a quantidade de sódio sendo expelido de Enceladus é realmente inferior àquela observada em torno de muitos outros corpos planetários. Estes cientistas estavam procurando pelo sódio nos jatos de vapor e não poderia vê-los nos grãos de gelo expelidos. Eles argumentam que se o jato de vapor vem de um oceano de água, a evaporação deve acontecer lentamente nas profundezas do subsolo, em vez de uma violenta erupção de um gêiser no espaço. "Encontrar sal no jato dá indícios de água líquida abaixo da superfície", disse Sascha Kempf, também uma cientista da Cassini para o analisador de poeira cósmica do Instituto Max Planck de Física Nuclear. "A falta de detecção de vapor de sódio no jato dá dicas sobre como deve ser o reservatório de água." Determinar a natureza e a origem do material do jato é uma prioridade para a Cassini durante o sua missão estendida, chamada de Missão Cassini Equinócio. "A imagem original dos jatos como violentas erupções similares àquelas dos gêiseres de Yellowstone está mudando", disse Postberg. "Eles parecem estar mais estáveis como jatos de vapor e gelo alimentados por um grande reservatório de água. Contudo, não podemos decidir ainda se a água está atualmente "aprisionada" dentro de enormes bolsões na espessa crosta de gelo de Enceladus ou ainda ligada a um grande oceano em contato com o núcleo rochoso."

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Sistema de monitoramento de asteróides

O Observatório Nacional colocará em funcionamento até o final deste ano, em Pernambuco, o programa Impacton, para monitoramento de asteroides e cometas que possam estar em rota de colisão com a Terra. No Hemisfério Sul, ao contrário do que já ocorre no Hemisfério Norte, nunca foram feitas buscas sistemáticas pelos chamados NEOs ("Near-Earth Objects"), cometas e asteróides em órbitas que possam potencialmente cruzar com a órbita da Terra. O equipamento possui um espelho de um metro de diâmetro e será totalmente automatizado e operado a distância, a partir do centro de controle do Observatório Nacional, no Rio de Janeiro. Asteroides perigosos para a Terra "Existem muitos asteroides que são potencialmente perigosos para a Terra. Eles vivem atravessando a órbita da Terra e, de repente, um deles pode se chocar conosco," explica o astrofísico Carlos Henrique Veiga, responsável pelo Projeto Impacton. O programa brasileiro de monitoramento de asteroides está sendo instalado na cidade de Itacuruba, em Pernambuco, em uma região conhecida como Sertão do Moxotó. A região foi escolhida por ter o clima seco, com ausência quase total de chuva. O projeto Impacton está sendo feito em parceria com instituições de pesquisas da França, Itália e Estados Unidos, uma vez que é essencial a troca de informações entre os centros de monitoramento, tanto para acompanhamento e cálculo preciso da trajetória do objeto, quanto para o cálculo dos possíveis locais de impacto. "Tem que ter um pool de países porque, na hora em que a gente detecta um asteroide desses entrando, a gente tem um sistema que vai alertar o mundo inteiro," diz o pesquisador

sexta-feira, 31 de julho de 2009

Introdução aos cometas

Cometas são corpos pequenos, frágeis e de formato irregular compostos por uma mistura de grãos não voláteis e gases congelados. Têm órbitas muito elípticas que os trazem muito próximo do Sol e os levam longe no espaço, por vezes para além da órbita de Plutão. A estrutura dos cometas é diversa e muito dinâmica, mas todos desenvolvem uma nuvem de matéria difusa, chamada coroa, que geralmente cresce em diâmetro e brilho enquanto o cometa se aproxima do Sol. Geralmente vê-se no meio da coroa um núcleo pequeno (menos de 10 km de diâmetro) e brilhante. A coroa e o núcleo juntos constituem a cabeça do cometa. Componentes dos Cometas "Cauda de Iões" . . . "Invólucro de Hidrogénio" "Núcleo" . . . "Coroa" . . . "Cauda de Poeira" "Órbita do Cometa" . . . "Sol" Quando os cometas se aproximam do Sol desenvolvem enormes caudas de matéria luminosa que se estendem por milhões de quilómetros da cabeça, na direcção oposta ao Sol. Quando estão longe do Sol, o núcleo está muito frio e a sua matéria está congelada dentro do núcleo. Neste estado os cometas são muitas vezes referidos por "icebergs sujos" ou "bolas de neve sujas", porque mais de metade do seu material é gelo. Quando o cometa se aproxima a menos de algumas UA do Sol, a superfície do núcleo começa a aquecer e volatiliza-se. As moléculas evaporadas carregam consigo partículas sólidas, formando a coroa do cometa, de gás e poeira. Quando o núcleo está congelado, pode ser visto apenas pela luz do Sol reflectida. No entanto, quando a coroa se desenvolve, as partículas de pó reflectem ainda mais luz solar, e o gás na coroa absorve a radiação ultravioleta e começa a fluorescer. A cerca de 5 UA do Sol, a fluorescência normalmente torna-se mais intensa do que a luz reflectida. Enquanto o cometa absorve luz ultravioleta, os processos químicos libertam hidrogénio, que escapa à gravidade do cometa, e forma um invólucro de hidrogénio. Este invólucro não pode ser visto da Terra porque a sua luz é absorvida pela nossa atmosfera, mas foi detectado pelas naves espaciais. A pressão da radiação solar e o vento solar aceleram os materiais afastando-os da cabeça do cometa a velocidades diferentes conforme a dimensão e a massa dos materiais. Por isso, caudas de poeira relativamente massivas são aceleradas lentamente e tendem a ser curvas. A cauda de iões é muito menos massiva, e é acelerada de tal modo que aparece como uma linha quase direita afastando-se do cometa na direcção oposta ao Sol. A vista seguinte do Cometa West mostra duas caudas distintas. A cauda de plasma fina e azul é feita de gases e a cauda larga e branca é feita de partículas de pó microscópicas. O Cometa West Cada vez que um cometa visita o Sol, perde alguns dos seus materiais voláteis. Eventualmente, torna-se noutra massa rochosa no sistema solar. Por esta razão, diz-se que os cometas têm vida curta, numa escala de tempo cosmológica. Muitos cientistas acreditam que alguns aster��s são núcleos de cometas extintos, cometas que perderam todos os seus materiais voláteis.

sábado, 6 de junho de 2009

Dia 07/06 é dia de observação astronomica

Dia 07/06/09 é dia de observação! Preparem seus binóculos e telescópios.Cada um faz a sua observação e a coloca em comentario ou envie um email falando de sua observação para: clubedeastronomiavirtual@yahoo.com Boa observação!

sexta-feira, 22 de maio de 2009

transmissão de uma palestra astronômica online

No site do museu de astronomia e ciências afins (M.A.S.T.)terá a transmissão de uma palestra online. O site é: www.mast.br

sábado, 9 de maio de 2009

Observatório em piedade, Rio de Janeiro ( RJ )

Olá! Tenho tido informações sobre o observatório e descobri que ele já está fechado desde agosto de 2008 e não tem mais previsão de voltar.

domingo, 3 de maio de 2009

Atenção ! Importante !

Atenção! O observatório em piedade, Rio de Janeiro, RJ está parado por falta de frequentadores! Isto não pode acontecer, pois um observatório tão útil não pode ficar parado. Divulgue a notícia!

sábado, 2 de maio de 2009

Google Sky

O Google Sky agora está disponivel online.Não é preciso fazer o download, é só acessar o site: http://www.google.com/sky/

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Novo binóculos do clube

Este é o novo binóculos do clube. Ele é um binóculos 6x35 apropriado para observação do clube.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

Google Earth lança telescópio virtual

A expectativa é de que os internautas virem astrônomos amadores. Segundo o Google, a ferramenta será um “parque de diversões sobre o espaço”. O serviço de mapeamento Google buscar Earth lança nesta quarta-feira (22) um novo recurso chamado Sky, um “telescópio virtual”. A empresa espera que a ferramenta ajude a transformar milhões de internautas em astrônomos amadores. O Google diz até que o serviço será um parque de diversões para quem quer aprender sobre o espaço. “Nunca antes um guia de todo o firmamento esteve disponível de maneira tão ampla”, afirmou a doutora Carol Christian, do Space Telescope Science Institute, que chefiou a equipe do Sky. “O Sky do Google Earth fomentará e promoverá uma nova compreensão do Universo ao levá-lo aos computadores de todas as pessoas”, afirmou. Como o Google Earth, o Sky permitirá que os usuários flutuem em torno de 100 milhões de estrelas e 200 milhões de galáxias, e se aproximem delas por zoom. Os usuários verão o céu tal qual visto da Terra. O serviço criou camadas diferentes que mostrarão a vida de uma estrela, constelações, imagens de alta resolução fornecidas pelo telescópio espacial Hubble e um guia de galáxias para os usuários. Uma seção de astronomia amadora permitirá que os usuários cliquem sobre estrelas, galáxias e nebulosas visíveis a olho nu e com binóculos e pequenos telescópios. As imagens foram montadas com material reunido entre diversas fontes externas, incluindo o Digital Sky Survey Consortium, o United Kingdom Astronomy Technology Centre e o Anglo-Australian Observatory. Elas serão atualizadas, com o tempo. “Estamos entusiasmados por oferecer aos usuários imagens astronômicas ricas e conteúdo mais denso que permita às pessoas o aprendizado sobre o que estão vendo” afirmou Lior Ron, gerente de produto do Google, em comunicado. O serviço Sky estará disponível em todos os domínios do Google Earth, em 13 idiomas. Os usuários terão de baixar a mais recente versão do Google Earth, em www.earth.google.com

sábado, 18 de abril de 2009

Observatório em piedade ( RJ )

Fundado em 1975, possui telescópio refrator de 150 mm. Além das apresentações noturnas públicas no segundo sábado de cada mês, organiza visitas previamente agendadas. Rua João Pinheiro, 259. Piedade. Rio de Janeiro. RJ. CEP 20750-000. Telefone (21)2593-1330

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Carta celeste

domingo, 29 de março de 2009

Dicionário astronômico

A Albedo: é a relação existente entre a luz recebida e refletida de um planeta, satélite etc... Ex; o albedo de Vênus é de 76%, ou seja, reflete muita luz, por este motivo ele pode ser observado no final da tarde, já a lua tem um albedo menor cerca de 6% apenas. Afélio : corresponde ao maior distanciamento de um corpo, como a Terra orbitando o Sol. Ano- Luz: é a distância percorrida pela luz no período de um ano, com uma velocidade de 300.000 Km/s, que corresponde a 9,500 bilhões de Kms. Apex: esfera celeste para onde se dirige o sistema solar, à cerca de 20 Km/s Apogeu: trata-se do maior afastamento de um corpo celeste ( planeta, lua etc ) em relação a Terra, é o oposto de perigeu, que significa menor afastamento. Astrolábio: é o instrumento astronômico usado para medir a altura de um astro acima da linha do horizonte. B Buraco Negro- Local no espaço onde uma estrela super massiva implodiu, deixando para traz a sua colossal força de gravidade. Ponto de onde nem mesmo a luz consegue escapar. C Cefeida: estrela variável, expansão e contração Conjunção:é a aproximação aparente entre planeta e luas. Coroa solar: é a região externa do Sol, que nos fica visivel durante os eclipses solares, possui temperaturas extremas da ordem de 2 milhões de graus centígrados. D Diafragma: redução da abertura óptica p/ corrigir aberrações. E Eclíptica: é o plano onde orbitam a Terra e os outros planetas ao redor do Sol Equador: é a faixa que corta a Terra ao meio, latitude zero Equatorial, montagem: tipo de montagem de um telescópio onde o eixo se encontra igual a latitude do local Equinócio:é quando o Sol atravessa o equador celeste, mudando radicalmente de um lado para o outro do céu F Fácula: fato que ocorre na fotosfera do Sol, indicando que a formação de futuras manchas solares FLT: sigla de Fenômeno Lunar Transiente, são fenômenos que ocorrem na superfície da Lua alterando a cor do solo. L Libração:é um movimento da Lua que permite observar parte de sua região oculta, devido a latitude e longitude. M Magnitude: é o índice de intensidade do brilho de um astro. Messier: Catálogo de objetos Messier, organizado por C. Messier que contem 110 objetos numerados de M1 a M110 Meteoro: Fenômeno altamente luminoso, ocorrido devido ao atrito total ocorrido por partículas vindas do espaço que, ao se chocar com a atmosfera, são destruídos. Montagem: é uma estrutura dada a um telescópio, que auxilia o observador a acompanhar os astros, podendo ser equatorial ou azimutal S Supernova: alteração radical do brilho de uma estrela (Estagio final da vida de uma estrela gigante) O Ocular: é a lente colocada no prisma do telescópio, ou diretamente no tubo afim de aumentar o tamanho do objeto que esta sendo observado. Ocultação:quando um astro oculta o outro, fato que ocorre muito nas observações de Júpiter, quando umas das luas galileanas são ocultadas pelo planeta, também quando a nossa Lua oculta um planeta. P Parsec: medida que eqüivale à 3.26 anos-luz ou 40 trilhões de kms Pascal: unidade de força Prisma: objeto triângular colocado no tubo de um telescópio R Radiação: emissão de raios, como ultravioletas Roche, limite de: quando um satélite ultrapassa uma distância de 2,5x o raio do planeta que orbita, isto ocorrendo, ocorrerá sua destruição. S Saros: trata-se de um período de 18 anos onde existirão 43 eclipses. V Variável: como o nome já diz, é uma estrela que apresenta mudanças bruscas no seu brilho, ou magnitude. Z Zênite: Ponto da esfera celeste cortado pela vertical de um lugar (o ponto mais elevado) Zodíaco: Faixa no céu onde se distribuem as constelações zodiacais Ex. Escorpião, Virgem, Câncer..

100 horas de astronomia

Aos integrantes do clube: Podemos participar das 100 horas de astronomia um evento mundial do dia 2 a 5 de abril.Por este clube ser um clube virtual façam as observações em casa e envie a descrição das suas observações por comentário desta postagem. Boas observações! ___________________________x_____________________________________ 100 Horas de Astronomia (100HA) pretende se tornar o maior evento mundial de divulgação da astronomia. Um dos objetivos principais é reunir milhares de pessoas para observar o céu por meio de telescópios, tal como fez Galileu há 400 anos. Essa grande festa dos céus terá início no dia 2 de abril, terminando 100 horas depois, no dia 5. Essas datas são especialmente favoráveis para a observação da Lua e de Saturno. Todas as entidades astronômicas profissionais, clubes de astronomia, planetários e museus de ciências dos 137 países participantes do IYA2009, o Ano Internacional da Astronomia, estão convidadas a participar. O Brasil é o terceiro país em número de eventos programados durante o programa 100HA, atrás apenas da Suíça e dos Estados Unidos. O evento também ocorrerá na internet, com transmissões de vídeo pela rede. Uma das transmissões será realizada entre os dias 3 e 4, durante 24 horas, a partir das salas de controle de diversos observatórios profissionais ao redor do mundo. Mais informações: http://www.100hoursofastronomy.org/ ou http://www.astronomia2009.org.br/

sábado, 28 de março de 2009

Sedna

Sedna é o nome oficial dado para 23 VB12, descoberto em 14 de novembro de 2003 e é muito afastada do Sol, com o afélio a 975,6 UA ( unidade astronomica ) e periélio a 76,1 UA. A Terra, por comparação, orbita entre 0,98 e 1,01 UA do Sol e Plutão nunca vai mais longe que 43 UA. Devido à distância que atinge é visto como um objeto danuvem de oort, a residência dos cometas. Sedna é descrito como um planetóide frio, talvez com 2/3 do tamanho de Plutão, provavelmente da Nuvem de Oort. Sua temperatura é muito baixa: Cerca de -261ºC.

O Cometa "Halley"

O cometa "Halley" passa a cada 75 ou 76 anos.Ele é um dos mais famosos dos cometas, mas, infelizmente,a cada vez que ele passa perde substâncias e um dia ele desaparecerá, como o cometa de Biela, um cometa que já desapareceu há muito tempo. A sua próxima aparição será em 2063. Sua última aparição foi em 1986. Ele é um cometa de período curto ( demora menos de 200 anos para fazer uma volta completa em torno do Sol ) e não é do grupo de kreutz ( não chega muito perto do Sol em seu periélio ) . Autor: Mateus Teixeira Serra Alves